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Novembro 13 2012

O pé é uma estrutura complexa, com 26 ossos, 33 articulações, 19 músculos e tendões, o que garante que o pé consiga se mover de várias maneiras.

Caminhar é um ato natural, mas nem imaginamos o quanto essa estrutura é complexa.

A nível de curiosidade, caminhar é uma das funções mais complexas do corpo, envolvendo 650 músculos e 80% dos 208 ossos.

O pé tem a função de apoiar e equilibrar o corpo sobre o solo, mantendo-se ereto e também é uma peça fundamental do processo de locomoção. Atua como um suporte para o corpo e ao mesmo tempo como um sistema de alavancas que o impulsionam durante o ato de caminhar, correr, saltar e também amortecer impactos.

É um dos principais mecanismos do corpo, ainda assim negligenciado, consegue cumprir suas funções mesmo com condições e pressões adversas.

Por esses motivos, o calçado deve ter características que permitam, em qualquer circunstancia, realmente proteger o pé, sem prejudica-lo ou causar-lhe dano. Caso contrário, o calçado afetará  a saúde e a performance do pé e todo o corpo.

 

 

Outra situação bastante comum, entre as mulheres, é a adequação da altura dos saltos. Como podemos observar nas figuras abaixo, cada tipo de salto provoca um tipo de acomodação dos pés, as quais, muitas vezes, tornam-se prejudiciais, inclusive, à coluna vertebral.

 

 

Na figura abaixo podemos ver como a coluna vertebral é prejudicada com salto alto.

 

 

A higiene também é importante para os pés e sapatos. Para um maior conforto os pés devem ter as unhas aparadas de maneira reta, deixando-as levemente maiores que as pontas dos dedos.

Os pés transpiram cerca de 20g por dia, para evitar a propagação de fungos e bactérias, também é importante a secagem, principalmente entre os dedos.

Outra medida importante é mantê-los sempre que possível, bem arejados.

É importante também visitar o podólogo na presença de qualquer anomalia. O podólogo é o profissional da saúde treinado para cuidar não somente dos pés, mas também de todo o membro inferior, da coluna vertebral e outras enfermidades.


Sapatos inadequados são responsáveis por 90% das doenças dos pés. Ter em mente este fato na hora da compra significa prevenir o incômodo de pisar sentido dor. Flexibilidade da sola, material macio, bico amplo e salto em torno de três centímetros são características básicas de um sapato “saudável”



Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health - Reabilitação


publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 13:51

Outubro 22 2012

Olá...

Devido a problemas particulares o blog está com seu conteúdo desatualizado.

Mas agora estamos voltando com toda força!

E com novidades..

 

Agora existem duas "filiais" do Home & Health Reabilitação.

Dois novos blogs ligados a este.

 

São eles:

- Home & Health - Fisio Respiratória

- Home & Health - Fisio em Cardiologia

 

Ainda estão sem posts.

 

Em breve divulgarei seus respectivos endereços.

 

Desde já agradeço a todos que não deixaram de nos visitar.

Mas agora poderão continuar nos visitando com novas postagens.

 

Se você tiver alguma sugestão de post, algum assunto que precise, deixe um comentário, e traremos um post de qualidade a todos.

 

 

Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health - Reabilitação

publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 21:08

Abril 03 2012

Para quem tem algum problema de saúde e não tem como pagar um tratamento, ou então, quando já fez de tudo para melhorar e mesmo assim não dá resultado, é legal tentar tratamentos novos.

A UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo, disponibiliza vagas para voluntários para diversas áreas, para realizar tratamento gratuito.

As áreas são enxaqueca crônica, incontinência urinária, dependes químicos, menopausa, memória, vários temas...

Confira a lista abaixo e veja se você se enquadra em algum grupo.

Seja voluntário e ajude o avanço das diversas áreas da saúde no país...

 
01 - TRATAMENTO DE ENXAQUECA CRÔNICA

O Setor de Cefaleias da Unifesp oferece 20 vagas para pessoas, de ambos os sexos e com idade entre 18 e 50 anos, que tenham enxaqueca crônica todos os dias, há no mínimo três meses.

É preciso ser sedentário (sem realizar exercícios regulares nos últimos três meses) e capaz de realizar atividades físicas durante a pesquisa.

Serão excluídos pacientes que tenham outros problemas de saúde e fazem uso contínuo de medicamentos.

Para agendamento de avaliação, ligar no telefone (11) 5576-4778, de segunda a sexta-feira, das 9h às 10h (falar com Joni).


02 - INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM ADOLESCENTES OBESAS

O Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente (CAAA/Unifesp) recruta adolescentes obesas, com idade entre 10 e 19 anos, que apresentem perda involuntária de urina durante esforço físico.

As candidatas passarão por tratamento com exercícios de fisioterapia para o fortalecimento do assoalho pélvico e atendimento clínico, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida.

Não serão aceitas pacientes com problemas neurológicos ou do trato urinário diagnosticados. Inscrições: (11) 5576-4360, das 8h às 16h.


03 - TRATAMENTO PSICOLÓGICO PARA DEPENDENTES DE COCAÍNA E/OU CRACK

A Unidade de Dependência de Drogas (UDED) do departamento de Psicobiologia oferece tratamento psicológico a dependentes de cocaína e/ou crack do sexo masculino e com idade entre 18 e 50 anos.

Os candidatos devem ter o ensino médio completo e não podem fazer uso de medicamentos psicoativos e nem apresentar transtornos psiquiátricos.

Os interessados devem ligar para o telefone (11) 5549-2500.



04 - AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE HOMENS BRASILEIROS

A disciplina de Reumatologia recruta homens, nascidos no Brasil, com o objetivo de avaliar a taxa de gordura corporal e massa óssea, para traçar um perfil comparativo com estudos americanos. São oferecidas 500 vagas.

Os voluntários devem ter mais de 20 anos, devem ser saudáveis, com peso de até 120 kg e altura máxima de 1,90m. Não devem ter doenças conhecidas (com exceção da hipertensão) e nem usar suplementos alimentares para ganho de massa muscular.

Não serão admitidos aqueles que apresentem doenças crônicas, obesidade e que façam uso contínuo de medicamentos (anti-hipertensivos são aceitos).

O exame será realizado por densitometria, que emite radiação de baixa intensidade e é indolor. Ele terá duração de aproximadamente 50 minutos e deverá ser agendado previamente.

Para mais informações, acesse: www.dexaemhomens.blogspot.com As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 8386-5811 ou pelo e-mail: dramarcelaushida@gmail.com.


05 - MENOPAUSA E QUALIDADE DE SONO

O departamento de Psicobiologia recruta mulheres, com idade entre 50 e 66 anos, que estejam na menopausa há pelo menos um ano e que apresentem, ou não, insônia.

Elas participarão de pesquisa clínica com tratamento não farmacológico, aplicando técnicas de relaxamento, com o objetivo de verificar a qualidade do sono.

As interessadas não podem tomar medicamento antidepressivo, isoflavona, ansiolíticos e nem fazer reposição hormonal. Inscrições pelo e-mail: eumedito@hotmail.com


06 - EFEITOS DA CAFEÍNA SOBRE A MEMÓRIA NA COGNIÇÃO

O Departamento de Psicobiologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp) está desenvolvendo uma pesquisa para verificar os efeitos da cafeína sobre a memória e a atenção.

Podem participar do estudo homens com idade entre 18 e 35 anos, de nacionalidade brasileira, com ensino superior completo ou incompleto, índice de massa corpórea (IMC) entre 18,5 e 24,9 com boa saúde, não fumantes e que consumam ao menos uma xícara de café por dia.

Os voluntários passarão por um teste de humor, atenção e memória, com duração média de três horas, além de ingerirem cafeína equivalente a três xícaras de café. Haverá também coleta de sangue dos participantes.

Os interessados deverão preencher o questionário de triagem disponível no link http://tinyurl.com/psicobio ou entrar em contato com Juliana Lanini, pelo endereço eletrônico julianalanini@yahoo.com.br ou pelo telefone (11) 8991-2924.


07 - INSÔNIA E EXERCÍCIOS FÍSICOS

O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) seleciona homens e mulheres, que tenham entre 30 e 55 anos e sofram de insônia, para participarem de estudo com quatro meses de duração sobre o efeito do exercício físico no padrão de sono.

A insônia afeta um terço da população adulta e 10% dos pacientes relatam queixas crônicas, com prejuízos físicos, psicológicos e ocupacionais.

Os interessados podem se inscrever pelo telefone (11) 5572-0177 (com Carolina ou Alexandre) ou pelo e-mail insonia.exercicio@gmail.com.


08 - TRATAMENTO DO TABAGISMO

O Núcleo de Prevenção e Cessação do Tabagismo – PrevFumo, ligado à disciplina de Pneumologia da Unifesp, oferece tratamento gratuito para quem deseja parar de fumar.

Os atendimentos são realizados em grupo ou individualmente por uma equipe multiprofissional, formada por médicos, fisioterapeutas e psicólogos. O Núcleo atende, em média, a quatro mil pacientes por ano.

As sessões, de 75 minutos, acontecem uma vez por semana, durante um mês. Posteriormente, a cada duas semanas, por dois meses; e uma vez por mês, até completar um ano.

O PrevFumo está localizado à Rua dos Açores, 310, no Jardim Luzitânia, em São Paulo/SP (próximo ao Parque do Ibirapuera). Para agendar uma avaliação inicial, é preciso ligar nos telefones: (11) 5904-8046 / 5572-4301, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.


09 - ARTRITE PSORIÁSICA

O disciplina de Reumatologia recruta voluntários com diagnóstico de artrite psoriásica, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 65 anos, que tenham disponibilidade para participar de um programa de exercícios físicos duas vezes por semana, por um período de 12 semanas.

Os pacientes deverão estar com medicações modificadoras da doença (DMARDs), com doses estáveis há pelo menos três meses, e com doses de anti-inflamatórios não-esteroidais e corticosteroides estáveis há pelo menos 4 semanas.

Serão excluídos indivíduos com doença cardiovascular não controlada, diabetes mellitus descompensado, doenças psiquiátricas graves, fibromialgia ou outra condição médica mais incapacitante, história de exercício físico regular (pelo menos 30 minutos, duas vezes por semana) nos últimos três meses, artroplastias de quadril e/ou joelho nos últimos 12 meses e qualquer outra condição médica que impossibilite o paciente de realizar exercícios resistidos.

Os interessados deverão entrar em contato com Prof. Diego Roger pelo telefone (11) 6046-0045.


10 - INTERFERÊNCIA DE PELÍCULAS FILTRANTES AUTOMOTIVAS NA VISÃO DO MOTORISTA

O departamento de Oftalmologia e o Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI) estão recrutando voluntários, com idade entre 45 e 65 anos, de ambos os sexos, para uma pesquisa sobre a interferência de películas filtrantes automotivas na visão do motorista.

É necessário que o voluntário não tenha histórico de doença ocular grave, diabetes, hipertensão e que não esteja usando medicamentos que alterem a função visual, como amiodarona e cloroquina.

Serão feitas medidas da visão na tabela de letras dentro e fora de carros com películas com diferentes índices de transparência, além da avaliação do grau dos óculos se o voluntário fizer uso dos mesmos, além de outros exames.

As despesas relativas a transporte e alimentação serão ressarcidas até o limite de R$ 70,00.

Inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 5583-1994, com Ariane, em horário comercial - e-mail: kapt@kapt.com.br.


11 - RESTRIÇÃO CRÔNICA DO SONO

O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) está recrutando voluntários para identificar as consequências da restrição crônica de sono. O débito crônico de sono pode causar transtornos como dificuldade de memória e concentração, irritação, cansaço e diminuição do rendimento no trabalho.

Estão disponíveis 30 vagas para homens com idade entre 20 e 35 anos, com escolaridade mínima de oito anos, com boa saúde, não dependentes de álcool e drogas, não obesos e que não trabalhem à noite ou em turno.

Os indivíduos selecionados precisam ter disponibilidade de comparecer ao CEPE para a realização dos procedimentos da pesquisa nos dias previamente agendados, além de dormir no laboratório por nove noites, para a realização de polissonografias, sendo sete delas em dias seguidos. Ao acordar, os voluntários passarão por novas avaliações.

Os interessados podem entrar em contato com a pesquisadora Sandra Queiroz, pelo telefone (11) 5572-0177 ou pelo e-mail sqsandra@cepebr.org, colocando no assunto a palavra “VOLUNTÁRIO”. Serão reembolsadas duas passagens de transporte público por dia de atividade e, ao término da pesquisa, os participantes receberão uma cópia dos exames realizados e terão direito de frequentar a academia do CEPE três vezes por semana, em horário comercial, durante três meses.

Os testes podem ocorrer em três endereços: Rua Marselhesa, 500, Rua Napoleão de Barros, 925 e Rua Francisco de Castro, 93, todos na Vila Clementino, próximos à Estação Santa Cruz do Metrô.


12 - TRATAMENTO CONTRA CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

A disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço está recrutando voluntários para participar de uma pesquisa sobre a combinação de raios laser e quimioterapia para tratamento do câncer de cabeça e pescoço. Podem participar do estudo homens e mulheres com idade entre 21 e 70 anos, portadores de cânceres de cabeça e pescoço que voltaram a crescer mesmo depois de outros tratamentos como cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia.

Os voluntários passarão por uma avaliação preliminar com os médicos responsáveis pela pesquisa e os candidatos selecionados farão exames pré-operatórios e serão internados no Hospital São Paulo para serem submetidos a uma sessão de quimioterapia e laser terapia sob anestesia geral no centro cirúrgico (tempo do procedimento: 1 hora). O tratamento visa melhorar as condições locais do câncer e a qualidade de vida.

Os interessados podem entrar em contato nos telefones (11) 8752-4598 ou (11) 8729-7268, ou no endereço eletrônico mpaiva@unifesp.br ou j.ribeiro@unifesp.br.


13 - TRATAMENTO DE AFTA RECORRENTE

O Ambulatório de Estomatologia, do departamento de Otorrinolaringologia e Cabeça e Pescoço, seleciona homens e mulheres, com idade acima de 18 anos, para participarem de uma pesquisa sobre tratamento de afta recorrente.

Os interessados poderão entrar em contato para agendar consulta no telefone (11) 5084-9965, das 7h30 às 16h30, falar Emilly ou Cíntia, ou por e-mail estomatologia@unifesp.br.


14 - TRATAMENTO DE INSÔNIA

O departamento de Psicobiologia recruta voluntários, com idade entre 20 e 64 anos, que tenham dificuldades em dormir, para estudo com o objetivo de tratar a insônia.

O voluntário realizará exames de sono, responderá a alguns questionários e fará exame laboratorial. O tempo de duração do estudo será de cerca de dois meses e, durante este período, ele deverá comparecer ao centro de pesquisa para quatro visitas.

Não podem participar da pesquisa pacientes que tomam remédio contínuo para o sono e trabalhadores de turnos.

Inscrições: (11) 5908-7098 / 7094 / 7344 / 7121 (horário comercial). 

 

Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health - Reabilitação

publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 21:42

Abril 03 2012

 

- Teste de Thompson: detecta rupturas no tendão de Aquiles. O paciente é colocado em DV ou de joelhos com os pés estendidos sobre a borda da cama. O terço médio da panturrilha é comprimido pelo examinador, e em caso de ausência de uma flexão plantar normal, deve-se suspeitar de ruptura do tendão de Aquiles.

- Sinal de Homan: detecta a existência de Estenose Venosa Profunda, na parte inferior da perna. O tornozelo é dorsifletido passivamente observando-se qualquer aumento repentino de dor na panturrilha ou no espaço poplíteo.

- Sinal de Gaveta Anterior: identifica instabilidade ligamentar do tornozelo. O paciente deita-se em DD e o examinador estabiliza a parte distal da tíbia e fíbula com uma mão enquanto segura o pé em 20o de flexão plantar com a outra mão. O teste é positivo se, ao trazer o talus para frente no encaixe do tornozelo, a translação anterior for maior do que a do lado não afetado.

- Teste de Kleiger: detecta lesões no ligamento deltóide. O paciente está sentado com os joelhos em 90o. O examinador segura o pé do paciente e tenta abduzir o ante-pé. O teste é positivo se o paciente se queixar de dor medial e lateralmente. O examinador pode sentir o talus se deslocar levemente do maléolo medial.

- Inclinação Talar: identifica lesões do ligamento calcaneofibular. O paciente está em DD ou em DL com o joelho fletido a 90o. Com o pé em posição neutra, o talus é inclinado medialmente. O teste é positivo se a adução do lado afetado for excessiva.
TESTES PARA COLUNA VERTEBRAL O exame motor da musculatura intrínseca da coluna cervical indicam qualquer hipotonia muscular e determina a integridade do suprimento nervoso. O exame neurológico testa todo membro superior por níveis neurológicos.

- Flexão: paciente sentado, fixe a parte superior do tórax (esterno) do paciente, com uma das mãos de modo a impedir a substituição a flexão do pescoço por flexão do tórax. Coloque a palma de sua mão que imprimirá resistência de encontro a testa do paciente, mantendo-a fixa de modo a estabelecer uma firme base de suporte. Em seguida peça ao paciente para fletir o pescoço vagarosamente. Quando ele o fizer, aumente gradativamente a pressão até determinar o máximo de resistência que ele é capaz de suportar. Correlacione seus achados com a tabela de eficiência muscular.

Grau de Eficiência Muscular Grau de Força Muscular Descrição 0 - zero Não há evidência de contratilidade 1 – Dificultado Evidência de pouca contratilidade, não havendo mobilidade articular 2 – Sofrível Movimento completo eliminando a gravidade 3 – Mediano Movimento completo contra a gravidade 4 – Bom Movimento completo contra a gravidade e uma pequena resistência 5 – Normal Movimentação completa contra a gravidade e contra resistência

- Extensão: paciente sentado, antes de testar a extensão do pescoço, coloque sua mão estabilizadora sobre a linha média da face súpero posterior do tórax e da escápula para impedir uma falsa impressão de extensão. Espalme a mão que imprimirá resistência sob a região occipital, promovendo-a assim de uma firme base de suporte. Peça ao paciente para estender o pescoço. Enquanto ele o faz, aumente gradativamente a resistência até determinar o máximo de resistência que ele é capaz de vencer. Para avaliar o tônus do trapézio durante a construção, palpar com a mão destinada a fixação.

- Rotação Lateral: ficamos de pé frente ao paciente e coloque sua mão estabilizadora sobre o ombro esquerdo do paciente, o que ira impedi-lo de substituir a rotação da coluna cervical por rotação da coluna toracolombar. Espalme a mão que oferecerá resistência ao longo da margem direita da mandíbula. Peça ao paciente para rodar a cabeça em direção a sua mão que impõem-se resistência máxima que ele é capaz de suportar. P/ examina ECM (D) e mandíbula contra. Lavoral, compare os resultados.

- Inclinação Lateral: sua mão estabilizadora sobre o ombro direito do paciente, impedindo desta forma a substituição do movimento que se quer avaliar por elevação da escápula. Espalme a mão que imporá resistência por sobre a face direita da cabeça do paciente. Para obter uma firme base de resistência, a palma do examinador deverá se sobrepor à têmpora do paciente, com os dedos se estendendo posteriormente. Peça para o paciente inclinar a cabeça lateralmente em direção a sua palma, tentando encostar a orelha no ombro. Quando ele começar a inclinar a cabeça, vá gradativamente aumentando a pressão até determinar o máximo de resistência que ele é capaz de vencer.

- Tração: a tração alivia a dor causada por estreitamento do forâme neural (o que resulta na compressão nervosa), é capaz de ampliar o forâme e alivia o espasmo muscular pois obtem o relaxamento da musculatura contraída. Coloque a mão espalmada sob o queixo do paciente, enquanto que a outra mão será colocada no occipital. Em seguida eleve (tracione) a cabeça removendo o peso que ela exerce sobre o pescoço.

- Compressão: poderá auxiliar a localizar o nível neurológico da patologia que por ventura exista. Mas pode agravar a dor causada por estreitamento do forâme neural, pressão sobre e as superfícies articulares das vértebras ao a espasmo musculares. Pressione para baixo o topo da cabeça do paciente, que pode estar sentado ou deitado. Observara-se a dor é circunscrita a algum dos dermatomos.

- Teste de Valsalva: este teste aumenta a pressão intratecal. Se o canal cervical estiver tomado por alguma lesão que ocupe espaço, como os tumores e hérnia de disco cervical, mo aumento da pressão fará com que o paciente se queixe de dor. A dor poderá se irradiar pela distribuição do dermatomo correspondente a nível neurológico da patologia da coluna cervical. Peça ao paciente para prender a respiração e fazer força como se quisesse evacuar em seguida, pergunta-se se houve agravamento da dor, e em caso afirmativo peça-lhe para descrever a localização. É um teste subjetivo, que requer do paciente respostas precisas.

- Teste de Adson: serve para determinar a permeabilidade da artéria subclávia, que pode estar comprimida ou por contratura dos músculos escalenos. Não pode fazer tração. Palpe o pulso radial do paciente, continue palpando e abduza, estenda e rode externamente o braço do paciente. Em seguida, peça-lhe para prender a respiração e volver a cabeça em direção ao braço que está sendo examinado. No caso de houver compressão da artéria subclávia, o pulso radial diminuirá de amplitude, podendo até não ser mais percebido( síndrome do desfiladeiro cervical).

- Teste para Avaliar Artéria Carótida: com os seus dedos indicador e médio, pressionar ligeiramente sobre a artéria carótida de encontro ao processo transverso da vértebra cervical. Palpar cada artéria individualmente e avaliar igualdade de amplitude. Uma diferença na força dos pulsos pode indicar estenose (estreitamento de qualquer canal ou orifício) ou compressão da artéria carótida.

- Entorse X Distensão: Entorse é uma série de lesões variáveis segundo o tipo de articulação e a intensidade do traumatismo, é um mau que não chega a ocasionar luxação, resultando em traumatismo ligamentar. Distensão é uma tração excessiva e/ou violenta que provoca deslocamento ou repuxo.

Com o paciente na posição sentada, o paciente irá realizar todos os movimentos da coluna cervical em toda sua amplitude de movimentos ativamente com o terapeuta impondo-lhe uma resistência, e a seguir os movimentos serão realizados de forma passiva.
Dor durante os movimentos contra a resistência ou contração muscular isométrica significa distensão muscular. Dor durante a movimentação passiva pode indicar uma entorse de ligamentos.

Obs.: esta manobra pode ser aplicada a qualquer articulação para determinar comprometimento ligamentar ou muscular. Lembrando-se de que durante um movimento contra a resistência a principal estrutura a ser testada é o músculo, e de que durante o movimento passivo a principal estrutura a ser testada é o ligamento. Deve-se conseguir determinar entre Distensão Muscular ou Entorse Ligamentar, ou uma combinação destas. 

 

Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health Reabilitação

publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 17:05

Março 27 2012

 

 

- Membros Pendentes: paciente em DV com as pernas para fora da maca observar o tensionamento dos ísquios tíbiais.

- Flexão e Extensão (ativa e passiva): observar o grau de força muscular, sempre testando primeiro ativamente e depois passivamente.

- Patela: verificar se há liquido em excesso; teste do rechaço (percutir com 2 dedos em cima da patela e observar se ela vai flutuar). Observar também o movimento dela (passivamente), se há crepitação ou hipersensibilidade.

- Teste para Joelho de Saltador: impõem-se resistência contra o movimento de extensão do joelho, detecta tendinite patelar (infra, supra) ou do quadríceps (acima de 3 dedos).

- Teste da Gaveta Anterior: detecta instabilidade anterior do joelho. O paciente deita em DD com o joelho fletido a 90o. O examinador senta-se sobre o ante-pé do paciente. Com o pé do paciente em rotação neutra, o examinador puxa para frente segurando na parte proximal da panturrilha. Ambos os membros inferiores são testados. O teste é positivo se houver movimento anterior excessivo da tíbia em relação ao fêmur.

- Teste Cruzado: detecta instabilidade ântero-lateral do joelho. Com o paciente em pé e com a perna não afetada cruzada sobre a perna de teste, o examinador firma o pé da perna de teste pondo o seu próprio pé cuidadosamente sobre ele. O paciente roda o dorso superior para o lado oposto da perna lesada aproximadamente 90o. Nesta posição o paciente é solicitado a contrair os músculos do quadríceps. Se a contração produzir uma sensação de "falha" no joelho, então o teste é positivo.

- Teste de Godfrey: detecta frouxidão do LCP. Paciente DD, segura-se a perna do paciente distalmente em 80o. Teste positivo se houver um deslizamento da tíbia posteriormente.

- Childress: detecta lesão meniscal. Paciente irá agachar-se com uma perna fletida e a outra estendida. Pedir para ele se levantar; caso haja lesão meniscal o paciente irá relatar dor neste movimento.

- Teste de Hugston (sinal de solavanco): identifica a presença de instabilidade rotatória ântero-lateral do joelho. O paciente deita em DD com o joelho fletido em 90o. O examinador segura o pé do paciente com uma mão enquanto a outra mão apóia-se sobre a face lateral proximal da perna distalmente ao joelho. Uma força em valgo é aplicada no joelho e a tíbia é rodada internamente enquanto o joelho é lentamente estendido. O teste é positivo se, quando o joelho é gradualmente estendido, entre 30o e 40o de flexão o platô tibial lateral repentinamente subluxa para frente com uma sensação de solavanco.

- Teste de Lachman: identifica lesão no ligamento cruzado anterior (LCA). O paciente deita-se em DD e o examinador estabiliza o fêmur distal com uma mão e segura a tíbia proximal com a outra mão. Com o joelho mantido em flexão leve, a tíbia é movimentada para frente sobre o fêmur. O teste é positivo quando há uma sensação final macia e um movimento excessivo da tíbia.

- Teste de Pivô Shift: deslizamento do pivô ( platô tibial) em relação ao fêmur. Realiza-se uma rotação interna (inversão) com flexão da..... . Detecta lesão do LCA.

- Teste de Losee: identifica instabilidade rotatória ântero-lateral do joelho. Com o paciente em DD e relaxado, o examinador apóia o pé do paciente de modo que o joelho fique fletido a 30o e a perna externamente rodada e encostada no abdômen do examinador. Mão na fíbula + extensão da perna + rot. int.(inversão) + apoio em valgo no joelho.

- Teste MacIntosh (deslocamento pivô lateral): identifica instabilidade rotatória ântero-lateral. O examinador segura a perna com uma mão e coloca a outra mão sobre a face lateral proximal. Com o joelho em extensão, aplica-se uma força em valgo e roda-se internamente a perna enquanto o joelho é fletido. Entre 30o a 40o de flexão, observa-se um salto repentino quando o platô tibial lateral, o qual tinha subluxado anteriormente em relação ao côndilo femoral, repentinamente se reduz.

- Teste Slocum ALRI: identifica instabilidade rotatória ântero-lateral. O paciente deita-se em DL sobre a perna não afetada, com os quadris e joelhos fletidos a 45o. O pé da perna de teste é apoiado sobre a mesa em rotação medial com o joelho em extensão. O examinador aplica uma força em valgo no joelho enquanto o flete. O teste é positivo se a subluxação do joelho é reduzida entre 25o e 45o.

- Teste de Slocum: identifica lesão ântero-lateral do joelho. O paciente é posicionado em DD, com o joelho fletido a 90o e o quadril fletido a 45o. o examinador senta-se sobre o pé do paciente, o qual está rodado internamente a 30o. o examinador segura a tíbia e aplica sobre ela uma força direcionada anteriormente. O teste é positivo se o movimento tibial ocorre primeiramente do lado lateral. O teste também pode ser usado para identificar instabilidade rotatória ântero-medial. Esta versão do teste é feita com o pé rodado lateralmente a 15o; o teste é positivo se o movimento tibial ocorre primariamente no lado medial.

- Teste do Toque ou Deslizamento (esfregadela): identifica um derrame leve no joelho. Começando abaixo da linha articular na face medial da patela, o examinador desliza proximalmente a palma e os dedos até a bolsa suprapatelar. Com a mão oposta, o examinador desliza os dedos sobre a face lateral da patela. O teste é positivo se uma onda de líquido aparece como uma leve saliência na borda distal medial da patela.

- Teste do Golpe Patelar: identifica derrame articular significativo. O joelho é fletido ou estendido até o desconforto e o examinador bate levemente sobre a superfície da patela. O teste é positivo se o examinador sentir flutuação da patela.

- Teste de Estresse da Adução (varo): o examinador aplica um estresse varo no joelho do paciente enquanto o tornozelo está estabilizado. O teste é feito com o joelho do paciente em extensão completa e então com 20o a 30o de flexão. Um teste positivo com o joelho estendido sugere um rompimento importante dos ligamentos do joelho, enquanto que um teste positivo com o joelho fletido é indicativo de lesão de ligamento colateral lateral.

- Teste de Estresse da abdução (valgo): o examinador aplica um estresse valgo no joelho do paciente enquanto o tornozelo está estabilizado. O teste é feito primeiramente com o joelho em extensão completa e depois repetido com o joelho a 20o de flexão. O movimento excessivo da tíbia distanciando-se do fêmur indica um teste positivo. Os achados positivos com o joelho em extensão completa indicam um rompimento importante dos ligamentos do joelho. Um teste positivo com o joelho fletido é indicativo de lesão do ligamento colateral medial.

- Teste de compressão de Apley: detecta lesões meniscais. O paciente deita-se em DV com os joelhos fletidos a 90o. O examinador aplica uma força compressora na planta do pé e faz uma rotação interna e externamente. O teste é positivo se o paciente relata dor em qualquer lado do joelho, sendo indicador de lesão meniscal no respectivo lado.

- Teste de Desvio à Palpação de Steinman: com o paciente em DD, flexionar o quadril e o joelho a 90 graus. Colocar os dedos polegar e indicador sobre as linhas articulares medial e lateral do joelho respectivamente. Com a mão oposta, pegar o tornozelo e alternadamente , flexionar e estender o joelho enquanto você palpa a linha articular. Quando o joelho é estendido, o menisco move-se para frente; e quando é flexionado, o menisco move-se para trás. Se o paciente sentir a "dor" mover-se anteriormente na extensão, ou posteriormente quando o joelho é flexionado; então é suspeitada uma ruptura ou lesão do menisco.

- Teste de tração de Apley: detecta lesão ligamentar. O paciente na mesma posição do teste acima, só que se fazendo uma tração no lugar de uma compressão. O teste dará positivo se o paciente relatar dor.

- Teste de Retorno: identifica lesões meniscais. O paciente deita-se em DD e o examinador segura o calcanhar do paciente com a palma da mão. O joelho do paciente é fletido totalmente e então estendido passivamente. Se a extensão não for completa ou apresentar uma sensação elástica ("bloqueio elástico"), o teste é positivo.

- Teste de Helfet: identifica lesões meniscais. O mecanismo de "parafuso" é observado durante a extensão completa. Com um menisco lacerado e bloqueado a articulação, o tubérculo tíbial permanece levemente medial em relação à linha média da patela, impedindo o ;limite final da rotação externa.

- Teste da Plica de Hughston: identifica uma plica suprapatelar anormal. O paciente em DD o examinador flete o joelho e roda medialmente a tíbia com braço e mão enquanto que, com a outra mão, a patela é levemente deslocada medialmente com os dedos sobre o curso da plica. O teste é positivo se um "pop" é provocado na plica enquanto o joelho é fletido e estendido pelo examinador.

- Teste de McMurray: identifica lesões meniscais. Com o paciente em DD, o examinador segura o pé com uma mão a palpa a linha articular com a outra. O joelho é fletido completamente e a tíbia movimentada para frente e para trás e então mantida alternadamente em rotação interna e externa enquanto o joelho é estendido. Um clique ou crepitação pode ser sentido na linha articular no caso de lesão meniscal posterior, quando o joelho é estendido.

- Teste de O'Donogue: detecta lesões meniscais ou irritação capsular. O paciente deita-se em DD e o examinador flete o joelho em 90o, roda-o medialmente e lateralmente 2 vezes e então o flete completamente e roda-o novamente. O teste é positivo se a dor aumentar na rotação.

- Teste de Wilson: identifica osteocondrite dissecante. O paciente senta-se com a perna na posição pendente. O paciente estende o joelho com a tíbia rodada medialmente até a dor aumentar. O teste é repetido com a tíbia rodada lateralmente durante a extensão. O teste é positivo se não houver dor quando a tíbia estiver rodada lateralmente.

- Teste de Apreensão: identifica deslocamento da patela. O paciente deita-se em DD com o joelho em 30o de flexão. O examinador cuidadosa lentamente desloca a patela lateralmente. Se o paciente parece apreensivo e tenta contrair o quadríceps para trazer a patela de volta à posição neutra, o teste é positivo.

- Sinal de Clarke: identifica a presença de condromalácia da patela. O paciente deita-se relaxado com os joelhos estendidos enquanto o examinador pressiona proximalmente à base da patela com a mão. O paciente então solicitado a contrair o quadríceps enquanto o examinador aplica mais força. O teste é positivo se o paciente não consegue completar a contração sem dor.

- Teste de Perkin: para sensibilidade patelar, com o joelho apoiado em extensão completa, as bordas das facetas medial e lateral são palpadas enquanto a patela é deslocada medial e lateralmente. No caso de condromálacia, esta manobra revela graus variáveis de sensibilidade.

- Teste de Waldron: identifica condromalácia da patela. O paciente faz diversas flexões lentas e acentuadas do joelho enquanto o examinador palpa a patela. O teste é positivo no caso de dor e crepitação durante o movimento.

- Teste de Recurvatum na Rotação Externa: detecta instabilidade rotatória póstero-lateral do joelho. Existem 2 métodos para esse teste. Ambos são feitos com o paciente em DD:
Primeiro Modo: o examinador eleva as pernas do paciente segurando no hálux do paciente. O teste é positivo se o tubérculo tibial roda lateralmente enquanto o joelho faz um recurvatum.
Segundo modo: o examinador flete o joelho a 30o ou 40o. O joelho então é lentamente estendido enquanto a outra mão do examinador segura a face póstero lateral do joelho para palpar o movimento. O teste é positivo no caso de hiperextensão e rotação lateral excessiva no membro lesado.

- Teste de Gaveta Póstero lateral de Hughston: detecta a presença de instabilidade rotatória posterolateral do joelho. O procedimento é semelhante ao teste postero-medial de Hughston, exceto que o pé do paciente é levemente rodado lateralmente. O teste é positivo se a tíbia roda posteriormente em demasia sobre a face lateral quando o examinador a puxa posteriormente.

- Teste da Gaveta Póstero medial de Hughston: identifica instabilidade rotatória posteromedial do joelho. O paciente em DD com o joelho fletido a 90o. O examinador fixa o pé em leve rotação

- Gaveta ativa do Quadríceps (LCP): senta-se no pé do paciente, em um ângulo de 90o, e pede-se que empurre o pé ativamente. 

 

Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health Reabilitação

publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 01:16

Março 20 2012



- Teste de Patrick: usado para detectar artrite no quadril. Paciente em DD, o joelho é fletido, abduzido e rodado externamente até o maléolo lateral se apoiar no joelho oposto logo acima da patela. Nesta posição o joelho do lado a ser testado é levemente forçado para baixo; se ocorrer dor, o teste é positivo.

- Teste de Ober: usado para detectar contraturas da banda iliotibial. Paciente em DL, o membro inferior em contato com a mesa é fletido. O outro membro inferior, o qual está sendo testado, é abduzido e estendido. O joelho desse membro é fletido a 90o. o examinador então solta o membro para que volte para mesa; se o membro não voltar, o teste é positivo.

- Teste de Ortolani: identifica deslocamento congênito do quadril em lactentes. O lactente é posicionado em DD com os quadris fletidos a 90o e joelhos totalmente fletidos. O examinador segura as pernas dos lactentes de modo que seus polegares posicionem-se na parte medial das coxas e dos dedos na parte lateral das coxas do lactente. As coxas são abduzidas delicadamente, e o examinador aplica uma força leve nos trocanteres maiores com os dedos de cada mão. O examinador sentirá resistência a cerca de 30o de abdução e, se houver deslocamento, sentirá um estalido na redução do deslocamento.

- Teste de Galeazzi: detecta deslocamento unilaterais congênito do quadril em crianças. A criança é posicionada em DD com os quadris fletidos a 90o e os joelhos completamente fletidos. O teste é positivo se um joelho estiver mais alto que o outro.

- Teste provocativo de Barlow: identifica instabilidade do quadril em lactentes. Com o bebê na mesma posição usada para o teste de Ortolani, o examinador estabiliza a pelve entre a sínfise e o sacro com uma mão. Com o polegar da outra mão, o examinador tenta deslocar o quadril com uma pressão posterior leve mais firme.

- Teste de Trendelenburg: identifica a presença de um quadril instável, desnivelado. O paciente fica em pé sobre a perna a ser testada. O teste é positivo se o lado não sustentador de peso não se eleva quando o paciente fica em pé sobre um apoio (somente em um membro inferior, direito ou esquerdo). O teste positivo pode ser provocado por um deslocamento do quadril, fraqueza dos abdutores do quadril ou coxa vara.

 

Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health Reabilitação

publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 18:21

Março 10 2012

 

A região lombar é a região que dá mobilidade as costas, fornece sustentação à porção superior do corpo e transmite o peso a pelve e aos MMII.

O paciente deve despir-se. A presença de sinais pilosos nas costas pode traduzir algum distúrbio na coluna. Observar se o paciente evita se curvar, torcer e promover outros movimentos.

Se o paciente apresentar-se com lombalgia localizada sem nenhum componente radicular, então espasmo muscular lombar ou capsulite facetária poderá ser suspeitada.

- Região Ciática: para avaliar se tem hérnia de disco ou uma lesão que ocupa espaço capaz de comprimir as raízes nervosas podendo sensibilizar o nervo. Ocorre verticalmente em direção descendente na linha media da coxa e seus ramos para o músculo tendinosos da coxa e divide-se em ramos terminais tíbial e fibulares. O examinador deve fletir o quadril do paciente e localizar o ponto médio entre as tuberosidades isquiaticas e os grandes trocanteres. Então irá pressionar firmemente, palpando o nervo que é de fácil palpação.

- Flexão lateral: movimento contralateral, com dor no outro lado, tratar a cápsula articular.

- Inclinação: detecta lesão ligamentar. Fixe a crista ilíaca do paciente e pede-se para que ele incline o tronco para direita e/ou para esquerda. Compare os dois lados. Para realizar o teste passivo de inclinação fixe a pelve do paciente e segure o ombro e inclina-o para direita e depois para a esquerda. Verificar os dois lados.

- Rotação: coloque-se atrás do paciente e fixe a pelve colocando a mão sobre a crista ilíaca e outra sobre o ombro, em seguida fixe o tronco o que será conseguido rodando a pelve e o ombro posteriormente. Verificar os dois lados.

- Teste de Lasegue modificado: flexão + adução + rot. int.( inversão) + elevação da perna. Se o paciente sentir dor, suspeitar-se-á de lombociatalgia (dor ciática verdadeira).
 


Stress Neural

* Nervo Femural (L2, L3 e L4): paciente em pé apóia um dos joelhos (flexionado à 90o) em uma cadeira, então pede-se que faça a inclinação lateral do tronco. Dar-se- a positivo se houver dor. Se for local o problema é na cápsula; se for irradiada para o membro inferior o problema é no nervo.

* Nervo Ciático (L4-S3): pode-se usar os testes de Lasegue (verdadeiro), Slump e Calço (paciente em pé e com o ante pé apoiado sobre um calço como por exemplo um livro, o terapeuta pede para que o paciente faça flexão do tronco. Caso positivo haverá dor).

* Nervo Mediano (C5 à T1): paciente em DD, com flexão de cotovelo e extensão de punho e obro abduzido. O terapeuta ira realizar uma extensão total de cotovelo e punho. O teste deve ser realizado primeiramente de forma passiva e depois feito ativamente. A cabeça deve estar rodada para o lado oposto ao teste.

* Nervo Radial (C5 à T1): paciente em DD, com flexão de cotovelo e flexão de punho e obro abduzido. O terapeuta ira realizar uma extensão total de cotovelo e flexão total de punho. O teste deve ser realizado primeiramente de forma passiva e depois feito ativamente. A cabeça deve estar rodada para o lado oposto ao teste.

* Nervo Ulnar (C7 à T1): paciente em DD, com extensão de cotovelo e extensão de punho e obro abduzido. O terapeuta ira realizar abdução total de ombro, uma flexão total de cotovelo e extensão total de punho. O teste deve ser realizado primeiramente de forma passiva e depois feito ativamente. A cabeça deve estar rodada para o lado oposto ao teste.

 

Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health Reabilitação

publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 20:30

Março 06 2012

O Hospital da Clínicas e o Serviço de Fisioterapia do Instituto Central, convidam a todos a participarem da:

Promoção de Saúde à Mulher

Muito interessante os  temas abordados

Participação inclui entrega de certificado

 Confira os temas:

 

 

 

Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health Reabilitação 

publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 03:57

Março 04 2012

 

 

Testes para Cotovelo

- Teste para Epicondilite Medial (golfista): paciente sentado, estende o cotovelo e supina a mão; paciente vai flexionar o punho contra resistência. Os tendões que flexionam o punho estão fixados ao epicondilo medial. Se for provocado dor no epicôndilo medial, deve-se suspeitar de sua inflamação (epicondilite).

- Teste para Epicondilite Lateral (tenista): fixar o antebraço em pronação, e pedir para o paciente para fechar e estender o punho. A seguir, forçar o punho estendido para flexão contra a resistência do terapeuta. Se for provocado dor no epicôndilo lateral (origem comum dos extensores), deverá suspeitar de epicondilite.

- Teste de Esforço de Adução: com o paciente sentado, estabilizar o braço medialmente, e colocar uma pressão de adução (em valgo) no antebraço lateralmente. Se for provocado uma folga e dor no local, são indicadoras de instabilidade do ligamento colateral radial.

- Teste de Esforço de Abdução: com o paciente sentado, estabilizar o braço lateralmente, e colocar um pressão de abdução (em varo) no antebraço medialmente. Se for provocado uma folga e dor no local, são indicadores de instabilidade do ligamento colateral ulnar.
 


Testes para Punho

- Phalen Invertido: paciente deve estender o punho; o terapeuta deve fazer uma compressão sobre o túnel do carpo. Formigamento nos dedos (polegar, indicador, médio e metade lateral do anular) pode indicar uma compressão do nervo medial do túnel do carpo pela inflamação do retináculo flexor, luxação do osso semilunar artríticas ou tenossinovite dos tendões flexores dos dedos.

- Phalen: flexionar ambos os punhos e encostá-los, mantendo por 60 segundos. Se o paciente sentir queimação, dor , ou parestesia nos 3 primeiros dedos, o terapeuta suspeitará de uma compressão do nervo mediano (síndrome do túnel do carpo).

- Allen: para verificar a irrigação das artérias radial e ulnar, solicitar ao paciente que abra e feche a mão algumas vezes e liberar uma artéria de cada vez, observando a coloração da palma da mão.

- Finkelstein: testa o tendão abdutor longo do polegar e extensor curto do polegar. Fechar o punho e forçá-lo medialmente. Dor distal ao processo estilóide do rádio é indicativo de tenossinovite estenosante do tendão do polegar (doença de de Quervain).

- Tríade do túnel ulnar: inspecionar e palpar o punho do paciente, procurando dor à palpação em cima do túnel ulnar, garra do dedo anular e atrofia hipotenar. Se der positivo estes sinais, indicará compressão do nervo ulnar, possivelmente no túnel de Guyon (síndrome de Guyon).

- Teste do pinçamento: pedir ao paciente para pinçar um pedaço de papel entre os dedos do polegar, indicador e médio por 1min. enquanto o terapeuta tenta tirá-lo. Com a compressão do nervo mediano, o paciente poderá, se o teste for positivo, referir entorpecimento e/ou caimbras dos dedos daquela região.
 


Testes para Dedos

- Teste de esforço em Varo e Valgo: testam a integridade dos ligamentos colaterais e da cápsula que rodeia as articulações. Com uma preensão em pinça, pegar a articulação suspeita (interfalangeana distal ou proximal) com uma mão. Com a mão oposta, pegar como pinça o osso adjacente e colocar um esforço em varo ou em valgo na articulação. Se dor for provocada (teste positivo), então uma entorse capsular, subluxação ou luxação da articulação serão suspeitadas; e uma frouxidão pode indicar uma ruptura na cápsula articular ou nos ligamentos colaterais, secundária a trauma.

- Teste do extensor comum dos dedos: com os dedos flexionados, instruir o paciente para estendê-los. Incapacidade de estender qualquer dos dedos, é indicadora de uma lesão desta porção particular do tendão extensor comum dos dedos. 

 

 

Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health Reabilitação

publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 03:19

Fevereiro 20 2012

Os próximos posts serão referentes a testes especiais.

São testes específicos que podem ajudar a detectar ou confirmar um diagnóstico, e assim, indicar o melhor tratamento.

O primeiro post será somente de ombro, já que é uma articulação que envolve vários movimentos: flexão, extensão, abdução, adução, rotação interna e externa. 

O ombro é uma articulação bem complexa pois sua estabilização depende de vários músculos e o equilíbrio entre eles.

Vamos pensar um pouco na anatomia do ombro, para entedermos melhor o conteúdo.

 

 

 

A estabilização dessa articulação depende da músculatura devido à área de contato entre o úmero e a cavidade glenóide (articulação glenoumeral), ou seja, somente uma parte da cabeça do úmero encontra-se em contato com a cavidade glenóide. É uma articulação sinovial tipo esferóide.

 

Esse pequeno contato é o que permite ao ombro tantos movimentos.

 

As grandes amplitudes de movimento na abdução ou flexão do ombro e a cabeça do úmero em contato com a cavidade glenóide só são possíveis por causa dos movimentos artrocinemáticos de: deslizamento, rolamento e rotação, ao fazer a abdução a cabeça do úmero faz um rolamento, se existisse só esse movimento ocorreria uma luxação, deslizamento para baixo mantendo o contato com a cavidade glenóide, e a rotação lateral necessária para livrar o acrômio do tubérculo maior.

 

 

AGORA SIM, VAMOS AOS TESTES:

 

- Teste de Speed: braço em flexão, com antebraço estendido e supinado; colocar o dedo de uma das mãos sobre o sulco bicipital, e a mão oposta sobre o punho do paciente; paciente deve elevar o braço contra resistência. Testa o tendão do bíceps no sulco bicipital. Dor espontânea ou a palpação é indicadora de tendinite bicipital.

- Teste do S.E: braço em flexão de 90 graus, com pronação do antebraço. O paciente deve fazer a flexão do braço contra resistência. Testa o tendão do supra espinhoso. Dor na inserção do tendão S.E. pode indicar tendinite.

- Teste de Apreensão Anterior: paciente sentado; terapeuta atrás do paciente; abduzir a 90o e rodar externamente o braço afetado. A rot. ext. do braço predispõe o úmero a luxar anteriormente. Dor localizado indica uma luxação anterior crônica do ombro. Ele testa a integridade do ligamento glenoumeral inferior, da cápsula anterior, dos tendões do manguito rotador e do lábio glenóide.

- Teste de Apreensão Posterior: paciente em DD; flexionar para frente e rodar externamente o ombro; o terapeuta deve aplicar pressão posterior no cotovelo do paciente. Dor ou desconforto localizado indicam uma instabilidade glenoumeral posterior.

- Teste de Wright: com o paciente sentado, verificar o pulso radial por 1min. Hiperabduzir o braço e verificar novamente o pulso. A diminuição ou ausência da amplitude do pulso radial, indica uma compressão da artéria e veia axilares por um m. peitoral menor espástico ou hipertrofiado, ou por um processo coracóide deformado, pois esta artéria passa por baixo do P. Me., no processo coracóide (síndrome do desfiladeiro torácico).

 

Teste de Jobe: o paciente faz elevação ativa do membro superior (no plano da escápula) em extensão e rotação interna contra a resistência oposta pelo examinador, posição que sensibiliza a tensão exercida no tendão do supra-espinhal; a resposta poderá ser apenas dor na face antero-lateral do acompanhada ou não de diminuição de força ou mesmo da incapacidade de elevar o membro superior indicando desde tendinites até roturas completas do tendão.

 

Teste do Subescapular de Gerber: o paciente coloca o dorso da mão ao nível de L5 e procura ativamente afastá-la das costas rodando internamente o braço, a incapacidade de faze-lo ou de manter o afastamento, se feito passivamente pelo examinador, indica grave lesão do subescapular.

 

- Teste da Instabilidade Posterior: o examinador faz a adução, flexão e rotação interna passiva do braço do paciente procurando deslocar posteriormente a cabeça do úmero; quando há instabilidade posterior a cabeça do úmero resvala na borda posterior da glenóide e subluxa.

 

 

Próximo post: Testes especiais para cotovelo, punho e dedos.

 

 

Talita Castelani

Fisioterapeuta - Coordenadora Geral

Equipe Home & Health Reabilitação

 

 

 

publicado por Equipe Home and Health Reabilitação às 03:36

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